Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

DJI x IBOV

Pois é pessoal, a coisa vem tomando ares baixistas mais fortes. Ou ao menos vem frustrando expectativas de repique.

DJI sobre a LTA de um canal que vem de 2002 e nosso IBOV também próximo de uma LTA de canal tão antigo quanto do índice norte-americano.

As compras demandam cuidado. Nas últimas semanas, tentar pegar a faca no ar tem se mostrado tarefa ingrata e, na maior parte das vezes, causadora de prejuízos.
Estamos agora testando o topo histórico anterior ao investment grade como suporte. De acordo com dados da CBLC tomadores ainda alugando muita Vale e Petr o que mostra ainda crédito na queda. Na Petr esse saldo de alugadas vem diminuindo nos últimos pregões e na Vale ontem tivemos uma redução no saldo de alugadas depois de vários pregões de aumento.

O volume da semana anda baixo, influenciado talvez pela notícia da alteração ou manutenção da taxa de juros (interest rate) pelo Fed.




Vamos que vamos!!




[]

Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

IDNT3


Ideiasnet SA - holding brasileira desenvolvedora de projetos e dona de investimentos nas áreas de tecnologia, mídia e telecomunicações. - google.com/finance.

O ativo encontra-se em na base de um belo retângulo que vem se formando desde o meio do mês passado no gráfico de 60".

Como suportes temos a base do retângulo e a MME de 200.

Bandas se unindo no gráfico de 30".

Particularmente pensaria em entrada rompendo a MME 21. O cenário instável com o IBOV perdendo suportes demanda cuidado e menos agressividade.

Alvos em 7,95 no topo anterior e no topo do canal.

[]s

Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

RDCD3


Mesmo notando que a bola da vez parece ser o setor de energia, esse gráfico me chamou a atenção.

Redecard vem dentro de um canal de alta desde janeiro e agora parece finalizar a correção da última perna de alta com um harami depois de alguma congestão lateral.


A ativo sentiu a MME de 55 dias e a linha de suporte da canal.

Entradas rompendo a máxima ou fura teto, dependendo da sua predisposição à adrenalina, numa semana cheia de pingos de sangue no monitor...

Volume abaixo da média talvez nos induza a entrar ao romper o fura teto. De qualquer forma, o momento é mesmo de prudência.

IFR baixo, nos mesmos patamares dos outros fundos do canal.

Alvos em 33,00---33,79---34,66



[]s


Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

JBSS3

Gráfico limpinho, limpinho...

JBSS3 vem de forte correção depois da última perna de cerca de 40% de alta em 11 dias.

Hoje temos o que talvez venha a ser um sinal de reversão dessa baixa no curtíssimo e fechamos o dia com um belo martelo bem caracterizado, ou seja, quase nenhuma sombra superior e sombra inferior 2 vezes maior que o corpo do candle.

No diário o martelo fechou bem em cima da retração de 38,2% de fibo, exatamente sobre o topo anterior rompido.
No intraday 60 minutos, podemos acompanhar uma compra mais forte na última hora de pregão, levando o papel de volta para o suporte de 38,2% de fibo e sobre o topo anterior.

Nossa idéia é sempre essa: acompanhar as ondas geradas pela movimentação de dinheiro grande.








Abraço!

Sábado, 31 de Maio de 2008

O jeito Warren Buffett de investir - Robert G. Hagstrom

Li o livro na última semana e, sinceramente, preciso pensar sobre como aplicar os princípios de BUFFETT tão bem explicados por Robert G. Hagstrom em meus investimentos. Não me pareceu algo que dê pra sair fazendo.
Segundo o autor, o megainvestidor se utiliza de aspectos simples na busca de bons investimentos. Acho que esses aspectos são bem definidos em uma frase do próprio BUFFETT, extraída do livro:

"Tudo o que queremos é atuar em negócios que entendemos, administrados por
pessoas de quem gostamos e a preços atrativos em relação a suas perspectivas
futuras."

BUFFETT compra negócios dos quais entende (daí o fato de não encontrarmos ações de empresas de tecnologia na carteira da Berkshire Hathaway). Bom exemplo dado entre os vários estudos de caso dados pelo livro é a Gilette. Segundo ele, todos dias de manhã milhões de homens ao redor do mundo levantam-se e utilizam uma lâmina de barbear. Isso faz com que a demanda seja previsível no longo prazo. Isso é o "entender o negócio".

BUFFETT divide as empresas em franchises e negócios de commodities. Empresas de franchises são suas preferidas e são definidas por BUFFETT basicamente como empresas cujos produtos ou serviços sejam necessários ou desejados; não possuam substituto próximo; não sejam regulamentados. Ele prefere franchises pelo fato de elas apresentarem vantagens competitivas o que lhe dá mais segurança nas aquisições de negócios. Exemplo: um produto sem concorrentes próximos tem mais espaço para aumentar preços.

Quando ele cita "pessoas de quem gostamos" no comando dessas empresas, ele está dizendo que a administração deve ser racional, honesta com os acionistas e deve resistir ao imperativo institucional (não seguir cegamente os concorrentes).

Preços atrativos referem-se ao valor das ações no mercado. BUFFETT compra empresas que estejam com descontos significativos em relação a seu valor. O livro dedica algumas páginas e exemplos sobre os métodos de BUFFETT na estimativa de valor de empresas.

Muito bom, mas me pareceu distante demais dos pequenos. Distante porque não temos tempo para buscar todas essas informações e se tivessemos, fica difícil definir quando uma gestão é honesta ou não. Me parece ainda mais fácil e racional comprar pivots de alta no semanal. Tudo isso parece estar traduzido em uma simples tendência de alta.